


E oh, espero que não te zangues mas os meus cilindros voltaram a fazer-me companhia. Eles cuidam de mim, sabes.
18:36#

11:11#
Dás cabo de mim. De todas as maneira possíveis. E as não possíveis também. Quando dizemos que chega e vamos embora por estradas opostas. Quando sorrimos e magoamos a alma um do outro, sem saber mas querendo. Tu sabes. Quando vamos buscar discussões a problemas que não são nossos, só para embirrar. E no fim, quando tu viras costas e eu meto a língua de fora. Ou vice-versa. Ou então, depois, quando voltas. Quando decides voltar ao meu jardim para dizer que não acabou. Que não vai acabar porque o nosso amor não nos deixa. Que não vai acabar porque pertencemos um ao outro. Que isto e que aquilo. E assim, dás cabo de mim. Só mais uma vez, de mais vezes, não é? e tu dizes que não. E eu devia acreditar. Devia porque me dás beijinhos na testa e gostas de aninhar o teu nariz no meu pescoço. Ou porque a tua barba gosta de morder o meu cabelo. Ou então, porque chove sempre que estamos juntos. Secalhar eu devia. E tu dizes-me amo-te e a minha alma responde baixinho, eu também. E eu devia de acreditar.
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Agora vou ver se a minha alma descansa. Deixo-te um beijinho fresco junto à caneca de chá inglês, já vazia.

E aquele amor deixou de o ser, de corpo. Porque de alma, vai deixando. Perdeu a sua forma nos lençóis cor de terra, quentes ao fim do dia. Deixou de dar uso ao copo de wisky em cima da mesa e de perfumar as ruas com o perfume daquele frasco fino com uma rosa desenhada. Deixou de se levantar cedo para receber beijinhos na testa e voltar a deitar-se, acompanhado. Aquele amor deixou de o ser para aquelas duas almas loucas. Aos poucos. Deixou de ser imprevisível e selvagem para passar a ser doloroso. Mais do que o costume. Mais do que todas as discussões começadas e acabadas aconchegadas. Nos braços um do outro, quando assim era. Ou então numa garrafa de cerveja ao fim da tarde e um cigarro apenas porque sim. Até isso aquele amor deixou de ser. Deixou de ser do cão e do gato. Esses, perderam a energia que lhes corria no sangue, todos os dias. O toca e foge. Odeia e ama. A adrenalina de terem a pele um do outro debaixo das unhas. O sabor a morango nos lábios. Os sorrisos rasgados. A camisa por apertar. A cabeça sobre o peito e a loucura no olhar. Aquele amor deixou de fumar do mesmo cigarro e de ser do tamanho da Lua. Deixou de andar à chuva e de dançar bons hits de rock. Aquele amor que era como a we found love da rihanna, literalmente. Que deixou de ser sweet child o'mine com um beijo na boca e duas almas de mão dada. Para ser don't cry com uma chávena de café na mão e duas almas que já não são. Um amor que já não é. Deixou de ser.
21:42#

23:46#

adeus.

ps: Desculpem a minha ausência daqui mas não tenho estado com cabeça para isto.
São horas de ir para a cama e o meu corpo está como que a pedir para te deixar aqui uma pequena lembrança de como não se esqueceu de ti. Ou de como eu não me esqueci. E olha, vim fazê-lo, por ele. Não quero demorar-me, porque tenho a caneca de café a arrefecer, e bem, sabes que gosto dele muito quente. À coisa de meia-hora estava eu a vaguear por ruelas familiares quando a Lua espreitou por entre os dois prédio. Levantei a minha mão e com o polegar dei-lhe uma festinha. Como faço sempre. Lembrei-me de ti, sim. Outra vez, como sempre. Mas foram breves instantes. E olha, não doeu. E recordo-me de ela sorrir quando lhe disse -ainda não me esqueci. Depois foi a minha vez de sorrir. Devo dizer-te, sabendo que não me lês mas querendo matar um pouco mais deste amor, que hoje pulei muito. Sim pulei. Como as crianças pulam quando recebem doces. E é caso para dizeres que estou bem. Até eu digo, sem qualquer hesitação. E sabes do que me lembrei à instantes? que espero que hoje, a tua noite não seja em nada melhor do que a minha. Não querendo ser má, espero que dês muitas voltas na cama e te lembres das minhas bochechas vermelhas e do meu riso à parva. E por fim, que eles não te deixem dormir. Mas como disse, não querendo ser má. Apenas eu, de bem com a vida e comigo mesma, deixando-te aqui uma lembrança. Correndo para junto da caneca de café.
01:14

18:46.#

ela vai embora.

00:29#

E agora sou eu que te observo com os meus grandes olhos cor de mel com o mesmo silêncio estranho. E assim quero aprender a amar-te menos e a amar-me mais. compreendes? mas não perguntes porque -não é nada.
22:16#

E olha, eu também estou melhor.

ñ tenhas pressa pequenina.

vai lá.

dream.

17#
Olha.. eu não me esqueci de ti. E é importante que, no fundo, a tua alma saiba disso. Mesmo que a tua personagem já não pense em tal coisa. É importante que saibas que tinhas a minha alma na tua mão e eu, tinha a tua no meu coração. Por mais pequeno e frio que este fosse. É importante que saibas que eu não precisava de mais nada para estar bem e para estar mal também. Se é que me entendes. É importante que saibas que eu sabia o quanto detestavas que fumasse e olha, voltei a fazê-lo. É importante também, que saibas que eu não deixei de acreditar ou que apenas desisti. Nada disso, só quero a minha pequenina alma, bem e de volta. E para isso, é preciso fingir que não dói. Fingir que nao estás lá e fingir que nada importa. E claro não me esqueço do meu marlboro que funciona como calmante e me ajuda nesse processo. E é mesmo isso. Já não me interesso. Adeus e olha.. eu não me esqueci de ti.

01:38*

tenho saudades de sentir tudo ao mesmo tempo,por ti.

noites com chuva e de certo modo, sem.

3ºverdade.

25.

23.

E isso assusta-me.
não faz qualquer sentido,sabem?

um banho e uma caneca de café.

17.

15.

no fim,foi só isto que restou.

são vicios.

09.

se eu fosse um dia o teu olhar.

os meninos mordem as velas e eu peço apenas um sinal teu.

Sinto-me uma daquelas crianças que espera um telefonema de um pai trabalhador, daqueles que vai para longe e que mesmo assim, todos os dias espero que se lembre de mim,sabes? merda.
não quero que doa.

de volta.

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